sábado, 24 de julho de 2010

DELAS

Por ela foi prosseçado
um sentimento vermelho
dubiedade contida nos fatos
o calor da cor se alegra.

No rosto melancolia
duas figuras distanciadas
uma fada presenteia
a possivel ligação das partes.

Com a ponte pictórica
Notável o Rio,
que escolheu mergulhar
chegara o dia
com o mar se encontrar.

Corrente cosmica
que escorre toda criatividade
penetra a estreita fenda
na terra histórica.

Contra

A vaidade roeu
seus ossos da conta
o acumulado apodresseu
no superflo mundo
onde você se encontra.

Buscando algo
que não era seu
com sua visão
velha sem confronto

falta naturalidade
no teu ser
enquando todos vê
o mundo em escombros

a maquiagem te ajuda a se erguer
um motor zangado
avança na contra mão
pulo de lado e digo NÃAAAOOOO!!!!!

Aspectraldor

Girassois cascatas e picuinhas
não aquento olhar para tv
vejo sempre as cenas de mocinhas
novelinhas que nos fazem esquecer.

Ando de um lado para o outro
escovo os dentes sem no espelho me olhar
por que tanto repetimos os mesmos jestos
não aquento mais meu vou desligar.

já perdi a paz
meu vou explodir
já resisti demais
meu vou explodir

carregado de caneta e blocos brancos
derramo alí minhas tristezas
espero encontrar com espanto
a minha verdadeira natureza.

Já testemunhei dias de glórias
derrotas são agora a realeza
incucado num penssamento selvagem
abomino a mentira da beleza.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O Nostálgico

Meu pequeno castigo era
num quarto sem teto
as estrelas a noite
eram a melhor compania.

embalavam as canções
os sapos e grilos
e guando amanhecia
as nuvens anunciava,

criativas imagens diziam
as mudanças são realistas
assim que podia sair
a mãe é a pura liberdade.

A terra vermelha subia
nos penssamentos o ezílio
do quarto escuro jogando com todos
sentimentos do mundo.

Amalgama nação desencontrada

Na penínçula da estrada
realidade em volta do rio velho
num encontro de colinas
decia uma corredeira leve.

Um pequeno frio temperava
o quintal da casa de barro
um lago com peixes e jaboticabeiras
E uma rotina suspeita para sentinelas.

Na crença atiça desconfiança
ordena a face a queimar a obra
feita de amar e luta
que não se pode pelo ódio derrotar.

Formados por povos milenares
somos um povo novo
mestiços inventamos maneiras
para sobreviver e estar no mundo.

Brilhante

 Ao som negro das Origens  Belas artes transitava  Radiantes alvéolos cintilantes  Em curvas Longe líneas esquivava Arte preta vestidos de b...