domingo, 11 de setembro de 2011

Devastação

Sopra o vento
em funis acinzentados
poeira da guerra
travada entre a terra e fogo.

Passaros desabitados
vasculham oque sobrou
da trágica noite passada
ao lado cresce o esdruxulo

 condomínio visando a paisagem
luxuosa desumanidade
precário está o pasto
vejo a naturesa desertificada.

um telhado quebrado
a calha pendurada
o sabiá reconstroi
com paciênsia sua nova morada. 

Circus

Candelábros se acendem
no trapésio nenhum embaraço,

Nas crianças vejo minha infância
defenciva não indefesa

Apagam-se as luzes
robusta tenda armada

recheio de palavras em coro
 palmas e auvoroços

Jô a palhaça armada de um guitarra
sussurrando num gramofone

em duas notas tocadas em dó
melancolia só

um bando meio razo
nós dois contemplando o passado.

Brilhante

 Ao som negro das Origens  Belas artes transitava  Radiantes alvéolos cintilantes  Em curvas Longe líneas esquivava Arte preta vestidos de b...