Um tercerizado do fornecimento diário
Desligou o oxigênio
Não permitindo expressar
Qualquer palavra
No processador de conhecimento.
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Openário da Desconstrução
Como é duro sentir
O casco das mãos
No rosto queimado
E os pés a latejar.
O dia entregue
Sifrando um poema
Voltado a plebe
E a fome no bouço cassoa.
Neva as faces
Que em mim vê
Coragem de acreditar,
O invisível é oque há.
sábado, 27 de março de 2010
LILA (Poder divino da criação)
Debaixo da calmaria
Uivava uma cadelinha
Maria!
Maria!Pede, pede pra ver.
Ela de pouca corágem
Disse: Bobagem!
Se ela entrou ela sai.
Um esquálido transeunte
Com um coração meio de espuma
De pouca amizade e velhos costumes
mergulhou na poeira
removeu dos escombros
Apequena Dark Joana
Renasceu da desconstrução
Sobrepos vomitos e vermes
E mereceu nome de sauvacão.
Uivava uma cadelinha
Maria!
Maria!Pede, pede pra ver.
Ela de pouca corágem
Disse: Bobagem!
Se ela entrou ela sai.
Um esquálido transeunte
Com um coração meio de espuma
De pouca amizade e velhos costumes
mergulhou na poeira
removeu dos escombros
Apequena Dark Joana
Renasceu da desconstrução
Sobrepos vomitos e vermes
E mereceu nome de sauvacão.
Paralelo Controversso
Parado num boteco sem esquina
Um morfético escornado dormia
De pé com uma perna engessada
Escorado num cabo de quarda...
Chuva sem vida
Engoliu restos saugados
Desistiu da privada
Um mergulho que mitificava
Como se não bastace o entorno
Gritava um soudado sem rosto
Môçoo! môrto? MÔÔÇÔÔ!!!
Ajuda empurrar o meu carro no morro!
O moço quase morto respondeu:
Para baixo todo tonto ajuda,
Para cima só depois de morto!
Um morfético escornado dormia
De pé com uma perna engessada
Escorado num cabo de quarda...
Chuva sem vida
Engoliu restos saugados
Desistiu da privada
Um mergulho que mitificava
Como se não bastace o entorno
Gritava um soudado sem rosto
Môçoo! môrto? MÔÔÇÔÔ!!!
Ajuda empurrar o meu carro no morro!
O moço quase morto respondeu:
Para baixo todo tonto ajuda,
Para cima só depois de morto!
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