segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Baterfly

Uma alegria entrou pela sala
piscando suas asas em cor

A noite estéril e fúnebre se modificou
Ela conhecia as saídas da casa mas recusou

Na diversão fingiu não saber
aquela omissão tornou sua graça
pousada na mão foi colocada na sacada

e voltava vibrante da janela a porta suavesando
a dor da despedida que  sufocava
na pureza da senssível fada,voltava  a vida.


Madri

IN MEMÓRIA
A UM ANJO
NA TERRA PASSADO

UM CHURRASCO DE ASAS
DEPOIS DA MISSA
DE SÉTIMO DIA

LEMBRANÇAS
DA CAMA QUEBRADA
REFORÇO O ESTRADO

FICOU BOM
 PARA AS TRÊS
COSTELAS

BERMUDA DE PESCADOR
DE COR AMARELA
DOADA COM AMOR

AO MINEIRO NA PRAIA
DE PERNAS BRANCAS
E CANELAS QUEIMADAS.

Graça

Ela fala em sussurros
agudos sons detro de nós
para sermos felizes sem absurdos
faz da vida uma tristeza
querer demais da natureza.

Palavras curtas regadas ao molho
sumo do fosso que mata a sede
traz o nobre no desconforto
estímulos de amor sem paz
sem manqueios de brejeiro oprimido.

Abitar a eternidade e ver fluir alegria
sincero gesto de durabilidade
formoso prazer de se revelar
a velha morte que nunca alcançará
o quardião da palavra.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Adeus

Para os anjos está o céu
o mundo é muito cruel
para alguem como Arléte.

Era simplesmente quem facilitava
a vida na terra,com toda
 compreenção nescessária
 na difícil realidade.

Inadimissivel tamanha emboscada
fabricada por um fatídico destino
todos contrariados sem você
o mundo é mais frio.

Madrinha do simples talento
dividiu com todos seu previlégio
de ser alquém que a vida presenteou
com sua delicada presença feliz.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Algo Mais

O fogo bilha na noite
camuflados homens sem alma,

Corpos marrons rastejantes
no morro, vielas e becos.

Passam os batedores do Estado
depedram,confiscam com tanques,

Com seus fuzis constroem abismos
a banda podre infesta o topo.

A ambição é um prato sem fundo
quanto mais cheio permanece a fome,

Para  desespero do abutre,
tomam o poder e termina sem patente.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Fonte Sonora

A dor que  fere
reclames intempéries arranca
em seu semblante devanesse
uma angustia facinante.

Uma estátua de mármore
na sua face se vê
persona sem fogo
adormecida na sombras.

Um punhado de dúvidas
embaraçado contemplo um piano
a experança brota macia
sua vibração preenche o vazio.

Como um pássaro
em extinção ferido
disposto a curar marcas
de um pombo caído,

 No jardim sem flor
o peito conserva dor
espinhos nodais que o atravessou,
num aldaz e alegre voou.

Brilhante

 Ao som negro das Origens  Belas artes transitava  Radiantes alvéolos cintilantes  Em curvas Longe líneas esquivava Arte preta vestidos de b...