terça-feira, 29 de outubro de 2013
Jazz In Paris: Chet Baker Quartet Plays Standards
http://www.youtube.com/v/tO7HpibwCbA?autohide=1&version=3&autohide=1&feature=share&attribution_tag=Y8MTQsTzpbMocHPrUmd_5w&showinfo=1&autoplay=1
Graciosidades
Trancado religiosamente em cofres
As deflorações dos seus segredos
Nas covas do seu rosto
Em risos tímidos externo minha dor
Composições leves sobre sua pele
Na superficie lisa do espelho
Seu despretencioso frescor
Alma colorida sem rancor
Vai você novas linhas
Seduzir o intelecto do mundo
Encantar os mobrais de seu bairro
Ser seguida pelos moçinhos mais vadios.
E graciosa abre sua camisa sem pudor
Demonstra sua força em teu seio
Invade o coração do mal feitor
E cumpre o seu papel de receptáculo do amor.
As deflorações dos seus segredos
Nas covas do seu rosto
Em risos tímidos externo minha dor
Composições leves sobre sua pele
Na superficie lisa do espelho
Seu despretencioso frescor
Alma colorida sem rancor
Vai você novas linhas
Seduzir o intelecto do mundo
Encantar os mobrais de seu bairro
Ser seguida pelos moçinhos mais vadios.
E graciosa abre sua camisa sem pudor
Demonstra sua força em teu seio
Invade o coração do mal feitor
E cumpre o seu papel de receptáculo do amor.
Miles Davis - Kind Of Blue [Album Completo]
http://www.youtube.com/v/gj1ydd5ovuI?autohide=1&version=3&autohide=1&feature=share&attribution_tag=-UP6BY4hwBeEmMVX8dbQUw&showinfo=1&autoplay=1
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Na Verdade
A verdade nasceu pronta
Com cores de felicidade
Tem gosto de doce de leite
Tem aroma de flor e orválho
É tão distante desse olhar trêmulo
Essas palavras impostas
Sedentas de razão
Precárias são suas histórias
Sua contundência é pura fatalidade
Um drama de novela.
Seu colírio não limpa
As gorduras das retinas
Alienados criticam
Depois de dar toda audiência
E findar a mesa posta
A geladeira ea dispença.
Com cores de felicidade
Tem gosto de doce de leite
Tem aroma de flor e orválho
É tão distante desse olhar trêmulo
Essas palavras impostas
Sedentas de razão
Precárias são suas histórias
Sua contundência é pura fatalidade
Um drama de novela.
Seu colírio não limpa
As gorduras das retinas
Alienados criticam
Depois de dar toda audiência
E findar a mesa posta
A geladeira ea dispença.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Escarsos Milagres
Um grito
Depois de dopado
Vejo seu rosto
Frente ao espelho,
Mascarado quebrado.
Lembranças dos exploradores
Quiz acabar com o silêncio
E vitimar os carrascos
De um remoto passado.
Sem coragem não se atinje o êxito
Indiciplinados fogem problemáticos
Abusando dos orgasmos
Sobrevivo ao vaidoso mercado.
Pintando desinfreado
Escrevendo com relápso
Melhorava sem rancor
Livre das falácias,
Aos idólatras adestrados.
Depois de dopado
Vejo seu rosto
Frente ao espelho,
Mascarado quebrado.
Lembranças dos exploradores
Quiz acabar com o silêncio
E vitimar os carrascos
De um remoto passado.
Sem coragem não se atinje o êxito
Indiciplinados fogem problemáticos
Abusando dos orgasmos
Sobrevivo ao vaidoso mercado.
Pintando desinfreado
Escrevendo com relápso
Melhorava sem rancor
Livre das falácias,
Aos idólatras adestrados.
domingo, 15 de setembro de 2013
Hino para os Bichos
Estamos de cara limpa
Tentando não confundir
Máscaras com a corrupção
Ulisses com Revolução dos Bichos.
Embalados por riffes e acordes melodiosos
Permenecemos odiando
Qualidades de barroquismos
Enlaçados em suas confusões
Temos sonhos perfeitos com entes absolutos
Recordações em meio a canções
Inesprimíveis como o poder das flores
De inebriar e morrer.
Desligado dos seus caprichos
Agora cuide do seu lixo
Debaixo da sua cama
Se constroi um precipício.
Tentando não confundir
Máscaras com a corrupção
Ulisses com Revolução dos Bichos.
Embalados por riffes e acordes melodiosos
Permenecemos odiando
Qualidades de barroquismos
Enlaçados em suas confusões
Temos sonhos perfeitos com entes absolutos
Recordações em meio a canções
Inesprimíveis como o poder das flores
De inebriar e morrer.
Desligado dos seus caprichos
Agora cuide do seu lixo
Debaixo da sua cama
Se constroi um precipício.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Espelho sem Fim
Soberanos caídos
Os tiranos foram destronados
Compreendo O Poder do Agora
Coloco minha alma no mundo perdoando
Até ser abarcado pela claridade
Fui espulso e viví anos obscuros
Por imaginar meu futuro com arte
Famílias em choque
A novela enfoca
Lembranças morbidas me deformam
Os tiranos foram destronados
Compreendo O Poder do Agora
Coloco minha alma no mundo perdoando
Até ser abarcado pela claridade
Fui espulso e viví anos obscuros
Por imaginar meu futuro com arte
Famílias em choque
A novela enfoca
Lembranças morbidas me deformam
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
O Ancestral
Queimava como foqueira
Minha orelha do nada
Não sou divino
Acredito nos meus ditos.
A cantar de felicidade
radioso,sorridente
tremulando como boneco
Algum lugar de repente
um louco se movia
tranquilo.
Minha orelha do nada
Não sou divino
Acredito nos meus ditos.
A cantar de felicidade
radioso,sorridente
tremulando como boneco
Algum lugar de repente
um louco se movia
tranquilo.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Pesadelos
Tomando sol sobre os túmulos
Os poetas mortos estão entre os meus preferidos
Sombras de um irmão que não tive me acompanham
Nas curvas do mal caminho elas não me assombram
A cada dia caminhando em mangues
Atolado de sangue no mundo tosco
Sem recurso se aprende amar o fosco
Destruir suas misérias sociais
Recriar regras estabelecidas
Descobrindo novas fontes de poder
Os poetas mortos estão entre os meus preferidos
Sombras de um irmão que não tive me acompanham
Nas curvas do mal caminho elas não me assombram
A cada dia caminhando em mangues
Atolado de sangue no mundo tosco
Sem recurso se aprende amar o fosco
Destruir suas misérias sociais
Recriar regras estabelecidas
Descobrindo novas fontes de poder
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Mapeamentos
Faça oque realmente quer
Faz o sono melhor entender
Vivi muitos anos assim
Em vida madura
Sinto as linhas rudes
A idosidade não permite correções
Quero luz solar na noite
A pureza da transparência
E me perdoar de tantas fugas
Dúvidas e desamor
Quero desbravar os polos
Enrradiar a escuridão
No extremo desconhecido
Para conquistar rebanhos novos
Derreter o gelo do interior
Esperei oque nunca chegou
Mudei minhas estações
E não serei só recolhimento
Faz o sono melhor entender
Vivi muitos anos assim
Em vida madura
Sinto as linhas rudes
A idosidade não permite correções
Quero luz solar na noite
A pureza da transparência
E me perdoar de tantas fugas
Dúvidas e desamor
Quero desbravar os polos
Enrradiar a escuridão
No extremo desconhecido
Para conquistar rebanhos novos
Derreter o gelo do interior
Esperei oque nunca chegou
Mudei minhas estações
E não serei só recolhimento
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Protagonista
Em segredos fala o coração
Diante da beleza no azul profundo
Coberto em sons crepuscular
Cada voz é unica
Entre filosofias delinquentes
Dos poetas de vanguarda
Desejo uma barraca nas montanhas
Para sonhar e chegar na frente no fim
Tirando o atraso do tempo
Deleitando o espirito presente
Pleno no espaço opaco
Perenizando boas impressões
Parto repentino ao caos desnecessário
Diante da beleza no azul profundo
Coberto em sons crepuscular
Cada voz é unica
Entre filosofias delinquentes
Dos poetas de vanguarda
Desejo uma barraca nas montanhas
Para sonhar e chegar na frente no fim
Tirando o atraso do tempo
Deleitando o espirito presente
Pleno no espaço opaco
Perenizando boas impressões
Parto repentino ao caos desnecessário
Chagas
Bebados desejosos
Delírios chorosos
Uma abelha perdida
No reflexo do dia
Gotas nas folhas
Cálice de angustia serena
Vejo,ouço,sinto é fundamental
Para cultivar meu jardim particular
Delírios chorosos
Uma abelha perdida
No reflexo do dia
Gotas nas folhas
Cálice de angustia serena
Vejo,ouço,sinto é fundamental
Para cultivar meu jardim particular
Encantador
Procuro inventar com ousadia
Ser original não fazendo igual
Sempre há gente que tem problemas
Muito maior que os nossos
Minha missão é poder criar
Foi assim que aprendi a superar
Pensamentos podem derrubar
Quando cai no buraco
Encontrei o cominho
O fundo do poço
Se não é razo é finito
Deixei lá as preocupações
Que só faz sofrer mais
A verdadeira natureza
Florece nas dificuldades
Ser original não fazendo igual
Sempre há gente que tem problemas
Muito maior que os nossos
Minha missão é poder criar
Foi assim que aprendi a superar
Pensamentos podem derrubar
Quando cai no buraco
Encontrei o cominho
O fundo do poço
Se não é razo é finito
Deixei lá as preocupações
Que só faz sofrer mais
A verdadeira natureza
Florece nas dificuldades
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Audacioso Anjo
Com olhar brilhante
E braços que envolve o mundo
Na transparência do espirito
Deixa o luz atravessar
Na obscuridade da vida
Quer tudo iluminar
Se perder no horizonte
Ao contemplar tantas estrelas
Retornará a fonte
No calor das labaredas
Um ponto brilha no infinito
O alhar inteiro do individuo
Que percebe toda realidade
Para juntos buscar novos caminhos
E braços que envolve o mundo
Na transparência do espirito
Deixa o luz atravessar
Na obscuridade da vida
Quer tudo iluminar
Se perder no horizonte
Ao contemplar tantas estrelas
Retornará a fonte
No calor das labaredas
Um ponto brilha no infinito
O alhar inteiro do individuo
Que percebe toda realidade
Para juntos buscar novos caminhos
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Só
O ezílio criativo
me salvou
Diversos compromissos
me esgotou
Perdido na noite
em busca de sol
Bebendo e fumando
para esquecer
Sempre arrependido
sem entender
Perdidos nas curvas
do abismo sem luz.
me salvou
Diversos compromissos
me esgotou
Perdido na noite
em busca de sol
Bebendo e fumando
para esquecer
Sempre arrependido
sem entender
Perdidos nas curvas
do abismo sem luz.
sábado, 20 de abril de 2013
Extracorpóreo
Um corpo que busca sustentar
transfigura para esquecer
tenta contentar e permanecer
Nunca teve salário
compenssatório quanto
teu falo a endurecer
Sua vida dígna a desintegrar
Contesta a violência
Que insiste em usurpar
Vilanias nos ministérios
Eles não representam a ninguem
Se um dia houver mais igualdade
As divisões diluirá sem o medo
De relacionar com as fronteiras do ser
transfigura para esquecer
tenta contentar e permanecer
Nunca teve salário
compenssatório quanto
teu falo a endurecer
Sua vida dígna a desintegrar
Contesta a violência
Que insiste em usurpar
Vilanias nos ministérios
Eles não representam a ninguem
Se um dia houver mais igualdade
As divisões diluirá sem o medo
De relacionar com as fronteiras do ser
Noites Desertas
Angustiantes congratulações
Lancei o meu primeiro mundo
Sem tempo para compartilhar
Sentimentos nobres felicito a todos
Vejo lampejos da morte no dia
A noite admito os percalços
Nas emoções está as respostas
A vida escura não se vê passado
Escavo as Memórias da casa dos Mortos
Uma converça franca com imágens reais
O bom livro tráz convicções e coragem
Presentes no mundo frágil de pessoas covardes
Conspiro enquanto a respiração permite
Está nas minúncias da africanidade
A lua escura atrás da nuvem turva
O importante é sentir amado
Vencer é cada dia vivido
Ditadura e escravidão
Não são coisas do passado
Fidelidade e traição perceguem o que é desejado.
Lancei o meu primeiro mundo
Sem tempo para compartilhar
Sentimentos nobres felicito a todos
Vejo lampejos da morte no dia
A noite admito os percalços
Nas emoções está as respostas
A vida escura não se vê passado
Escavo as Memórias da casa dos Mortos
Uma converça franca com imágens reais
O bom livro tráz convicções e coragem
Presentes no mundo frágil de pessoas covardes
Conspiro enquanto a respiração permite
Está nas minúncias da africanidade
A lua escura atrás da nuvem turva
O importante é sentir amado
Vencer é cada dia vivido
Ditadura e escravidão
Não são coisas do passado
Fidelidade e traição perceguem o que é desejado.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Marcas Perenes
Sacrifiquei no lixo materialista
Minha literatura
Belas porcarias
Porcarias belas.
Contruí universos
Com restos de tudo
Duro da dor é enflamar a lágrima
A escorrer o pús em vez de água salgada
O rio interior perece no despreso
Na surpefície flutua uma espuma sínica
A toxidade invade a face do asfalto
Minha criança íntima
não se orgulha do que
me tornei.
A miséria é a esploração do povo
vitimas do ego e arrogácia
Converteu minhas esperânças em versos.
Minha literatura
Belas porcarias
Porcarias belas.
Contruí universos
Com restos de tudo
Duro da dor é enflamar a lágrima
A escorrer o pús em vez de água salgada
O rio interior perece no despreso
Na surpefície flutua uma espuma sínica
A toxidade invade a face do asfalto
Minha criança íntima
não se orgulha do que
me tornei.
A miséria é a esploração do povo
vitimas do ego e arrogácia
Converteu minhas esperânças em versos.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Sinal do Óssio
Alma senssível considerada na terra
Demasiada loucura no mais divino juiso
Dickinson favorese salve os rascunhos
Nessa cidade que falece com medo de tudo
Segundo Apologia de Sócrates
Livre-se das correntes e leis deprimentes
Cultive a rica natureza das montanhas serenas
Espere um bom destino na beleza etérea
Encapsulado em redomas de vidro
Distantes da experência humana
Abortando o amor na realidade se iludindo
Demasiada loucura no mais divino juiso
Dickinson favorese salve os rascunhos
Nessa cidade que falece com medo de tudo
Segundo Apologia de Sócrates
Livre-se das correntes e leis deprimentes
Cultive a rica natureza das montanhas serenas
Espere um bom destino na beleza etérea
Encapsulado em redomas de vidro
Distantes da experência humana
Abortando o amor na realidade se iludindo
Eflúvio
Curiosas pequenas criaturas
Que abaixo do céu perambulam
De salto em salto bixinhos selvagens
Suas asas abertas libertas sem rumo
Um forasteiro de trágicos assombros
Conversa com versos sem culpa ou desculpas
Inerte nos espasmos que prolonga
As vibrantes ondas
Na estranha calmaria diante dos segredos,
Vivendo suas paixões em meio ao caos
Na sinfonia dos motores
Que sufoca o canto dos pássaros
Como as águias nas alturas observa
A turbulência do mundo
Em plano voou de silêncio e paz
Longe das tensões e cheiro de alcool
Do solitário de coração falante
Que atreve a sorrir para as flores
Em meio a galhos secos de bravos
Colhidos para um velácro
De uma idéia delirante de arte
Que abaixo do céu perambulam
De salto em salto bixinhos selvagens
Suas asas abertas libertas sem rumo
Um forasteiro de trágicos assombros
Conversa com versos sem culpa ou desculpas
Inerte nos espasmos que prolonga
As vibrantes ondas
Na estranha calmaria diante dos segredos,
Vivendo suas paixões em meio ao caos
Na sinfonia dos motores
Que sufoca o canto dos pássaros
Como as águias nas alturas observa
A turbulência do mundo
Em plano voou de silêncio e paz
Longe das tensões e cheiro de alcool
Do solitário de coração falante
Que atreve a sorrir para as flores
Em meio a galhos secos de bravos
Colhidos para um velácro
De uma idéia delirante de arte
segunda-feira, 4 de março de 2013
Idôneo Sacerdote
Nas eminências fugarizantes
O velho ficou avançado
Novas dependências
Como um idolátrico iemenita
Despensou sua pequena igara
Feita por suas mãos com casca de árvore
Deichando de navegar pelas águas locais
Só pensa em postar contos e versos
Se sente apto e correto
Em seus conhecimentos publicar
Realizar sertas obras
Na sua última tragetória
Missionária no mundo
Que duvida da sua capacidade
Nele não há preocupação em se explicar
Já não tributa demasiado respeito
Com seu expressivo afeto
A certas criaturas desumanas
Que não deixam de ser obsoletas
E segue o teorisandor provocando
Formando opiniões
Construindo sobre os igapós
Da sociedade um idílio suave
Com o amor de fogo a Pessoa.
O velho ficou avançado
Novas dependências
Como um idolátrico iemenita
Despensou sua pequena igara
Feita por suas mãos com casca de árvore
Deichando de navegar pelas águas locais
Só pensa em postar contos e versos
Se sente apto e correto
Em seus conhecimentos publicar
Realizar sertas obras
Na sua última tragetória
Missionária no mundo
Que duvida da sua capacidade
Nele não há preocupação em se explicar
Já não tributa demasiado respeito
Com seu expressivo afeto
A certas criaturas desumanas
Que não deixam de ser obsoletas
E segue o teorisandor provocando
Formando opiniões
Construindo sobre os igapós
Da sociedade um idílio suave
Com o amor de fogo a Pessoa.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Poema Crônico
Respiro ar comprimido
Janelas todas cerradas
O bafo embaça o vidro
Corpos espremidos
No aperto da lata
Olhares se enfrentam omiços
O sofrimento inobrece o umilhado
desculpe o pisão no pé
enlouqueça no abuso do espaço
Viajens curtas são interminaveis
Em tempos modernos impera vaidade
No desfilar de carros próprios.
Janelas todas cerradas
O bafo embaça o vidro
Corpos espremidos
No aperto da lata
Olhares se enfrentam omiços
O sofrimento inobrece o umilhado
desculpe o pisão no pé
enlouqueça no abuso do espaço
Viajens curtas são interminaveis
Em tempos modernos impera vaidade
No desfilar de carros próprios.
Violetas Abandonadas
Um supremo instante
Caminha no silêncio
Breve é a visita
à terra despida
Sorrindo a cantos largos
e dentes em falta
que trouxe a idade
com acentuada curvatura da coluna
O resmungo de um século de vida
Diz que seus cabelos
não se prestam ao corte
a beleza não é conserva
e bom doar com amor enquanto podes
Caminha no silêncio
Breve é a visita
à terra despida
Sorrindo a cantos largos
e dentes em falta
que trouxe a idade
com acentuada curvatura da coluna
O resmungo de um século de vida
Diz que seus cabelos
não se prestam ao corte
a beleza não é conserva
e bom doar com amor enquanto podes
Tricórneo
A sinceridade do vagalume
é que mata o tempo
Aludindo nosso espirito
com a luz de um assovio
que sopra e vai com o firmamento
A cabeça sonha como astronauta
Invejando o traço
da pequena libertária
Na música respondo o pranto
com vitalidade a novas experiências
numa dança de uma afetiva intuição
é que mata o tempo
Aludindo nosso espirito
com a luz de um assovio
que sopra e vai com o firmamento
A cabeça sonha como astronauta
Invejando o traço
da pequena libertária
Na música respondo o pranto
com vitalidade a novas experiências
numa dança de uma afetiva intuição
Finório
Lenta é a resposta
onde nem me intereça ouvila
Fumo apertado no guardanapo
queimo neurônios esperânçosos
Escrevendo no tremor do esqueleto
cada palavra é um osso
que arranha no couro
dizendo a dor que sofreu num dia seco
Abaixo do sol
que nem tudo revela
na sombra saciado
no sussurro da noite
onde nem me intereça ouvila
Fumo apertado no guardanapo
queimo neurônios esperânçosos
Escrevendo no tremor do esqueleto
cada palavra é um osso
que arranha no couro
dizendo a dor que sofreu num dia seco
Abaixo do sol
que nem tudo revela
na sombra saciado
no sussurro da noite
Filme Cubano
Aos cem anos
quase nada se avista
apenas o arcoires pousado ao seu lado
e os vultos dos tataranetos
no passeio de domingo
Em cadeira de balanço
ela ouvia um tango
na lembrança
um filme cubano
A bagagem pesada cercava a cena,
com tantas lutas vencidas e perdidas
mas sempre asteada a bandeira vermelha
da caravana do circo
As amizades fantásticas
construidas nas estradas
de um ciclo que é a propria cina
problemas dispisto no molejo do bambolê
quase nada se avista
apenas o arcoires pousado ao seu lado
e os vultos dos tataranetos
no passeio de domingo
Em cadeira de balanço
ela ouvia um tango
na lembrança
um filme cubano
A bagagem pesada cercava a cena,
com tantas lutas vencidas e perdidas
mas sempre asteada a bandeira vermelha
da caravana do circo
As amizades fantásticas
construidas nas estradas
de um ciclo que é a propria cina
problemas dispisto no molejo do bambolê
Lago de Dentro(Sem Destino)
Peixes na superfície
Em busca de ar
Pássaros voam
No reflexo do céu
Nuvens gordas
Boiam no lago
Um pato desfila
Como ciclista
A incomodar
O baile do cardume
Uma brincadeira de cágados
Querendo trepar
Num frenético
Sobe dece
Com um sinal
Vermelho na crista
Uma áves esquivam de outras
Na margem sem fim.
Em busca de ar
Pássaros voam
No reflexo do céu
Nuvens gordas
Boiam no lago
Um pato desfila
Como ciclista
A incomodar
O baile do cardume
Uma brincadeira de cágados
Querendo trepar
Num frenético
Sobe dece
Com um sinal
Vermelho na crista
Uma áves esquivam de outras
Na margem sem fim.
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