terça-feira, 29 de outubro de 2013

Jazz In Paris: Chet Baker Quartet Plays Standards

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Graciosidades

Trancado religiosamente em cofres
As deflorações dos seus segredos
Nas covas do seu rosto
Em risos tímidos externo minha dor

Composições leves sobre sua pele
Na superficie lisa do espelho
Seu despretencioso frescor
Alma colorida sem rancor

Vai você novas linhas
Seduzir o intelecto do mundo
Encantar os mobrais de seu bairro
Ser seguida pelos moçinhos mais vadios.

E graciosa abre sua camisa sem pudor
Demonstra sua força em teu seio
Invade o coração do mal feitor
 E cumpre o seu papel de receptáculo do amor.

Miles Davis - Kind Of Blue [Album Completo]

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quarta-feira, 9 de outubro de 2013


Na Verdade

A verdade nasceu pronta
Com cores de felicidade
Tem gosto de doce de leite
Tem aroma de flor e orválho

É tão distante desse olhar trêmulo
Essas palavras impostas
Sedentas de razão
Precárias são suas histórias

Sua contundência é pura fatalidade
Um drama de novela.
Seu colírio não limpa
As gorduras das retinas

Alienados criticam
Depois de dar toda audiência
E findar a mesa posta
A geladeira ea dispença.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013


Escarsos Milagres

Um grito
Depois de dopado
Vejo seu rosto
Frente ao espelho,
Mascarado quebrado.

Lembranças dos exploradores
Quiz acabar com o silêncio
E vitimar os carrascos
De um remoto passado.

Sem coragem não se  atinje o êxito
Indiciplinados fogem  problemáticos
Abusando dos orgasmos
Sobrevivo ao vaidoso mercado.

 Pintando desinfreado
Escrevendo com relápso
Melhorava sem rancor
Livre das falácias,
Aos idólatras adestrados.

domingo, 15 de setembro de 2013

Hino para os Bichos

Estamos de cara limpa
Tentando não confundir
Máscaras com a corrupção
Ulisses com Revolução dos Bichos.

Embalados por riffes e acordes melodiosos
Permenecemos  odiando
Qualidades de barroquismos
Enlaçados em suas confusões

Temos sonhos perfeitos com entes absolutos
Recordações em meio a canções
Inesprimíveis como o poder das flores
De inebriar e morrer.

Desligado dos seus caprichos
Agora cuide do seu lixo
Debaixo da sua cama
Se constroi um precipício.


 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Lista sem título (playlist)


Espelho sem Fim

Soberanos caídos
Os tiranos foram destronados

Compreendo O Poder do Agora
Coloco minha alma no mundo perdoando

Até ser abarcado pela claridade
Fui espulso e viví anos obscuros
Por imaginar meu futuro com arte

Famílias em choque
A novela enfoca
Lembranças morbidas me deformam
 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O Ancestral

Queimava como foqueira
Minha orelha do nada
Não sou divino
Acredito nos meus ditos.

A cantar de felicidade
radioso,sorridente
tremulando como boneco

Algum lugar de repente
um louco se movia
tranquilo.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Pesadelos

Tomando sol sobre os túmulos
Os poetas mortos estão entre os meus preferidos

Sombras de um irmão que não tive me acompanham
Nas curvas do mal caminho elas não me assombram

A cada dia caminhando em mangues
Atolado de sangue no mundo  tosco

Sem recurso  se aprende amar o fosco
Destruir suas misérias sociais

Recriar regras estabelecidas
Descobrindo novas fontes de poder

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Mapeamentos

Faça oque realmente quer
Faz o sono melhor entender
Vivi muitos anos assim
Em vida madura
Sinto as linhas rudes
A idosidade não permite correções
Quero luz solar na noite
A pureza da transparência
E me perdoar de tantas fugas
Dúvidas e desamor
Quero desbravar os polos
Enrradiar a escuridão
No extremo desconhecido
Para conquistar rebanhos novos
Derreter o gelo do interior
Esperei oque nunca chegou
Mudei minhas estações
E não serei só recolhimento

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Protagonista

Em segredos fala o coração
Diante da beleza no azul profundo
Coberto em sons crepuscular

Cada voz é unica
Entre filosofias delinquentes
Dos poetas de vanguarda
Desejo uma barraca nas montanhas

Para sonhar e chegar na frente no fim
Tirando o atraso do tempo
Deleitando o espirito presente

Pleno no espaço opaco
Perenizando boas impressões
Parto repentino ao caos desnecessário

 

Chagas

Bebados desejosos
Delírios chorosos

Uma abelha perdida
No reflexo do dia

Gotas nas folhas
Cálice de angustia serena

Vejo,ouço,sinto é fundamental
Para cultivar meu jardim particular
 

Encantador

 Procuro inventar com ousadia
 Ser original não fazendo igual

Sempre há gente que tem problemas
Muito maior que os nossos

Minha missão é poder  criar
Foi assim que aprendi a superar

Pensamentos podem derrubar
Quando cai no buraco
Encontrei o cominho

O fundo do poço
Se não é razo é finito
Deixei lá as preocupações
Que só faz sofrer mais

A verdadeira natureza
Florece nas dificuldades

 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Audacioso Anjo

Com olhar brilhante
E braços que envolve o mundo

Na transparência do espirito
Deixa o luz atravessar

Na  obscuridade da vida
Quer tudo iluminar

Se perder no horizonte
Ao contemplar tantas estrelas

Retornará a fonte
No calor das labaredas

Um ponto brilha no infinito
O alhar inteiro do individuo

Que percebe toda realidade
Para juntos buscar novos caminhos

 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

O ezílio criativo
me salvou

Diversos compromissos
me esgotou

Perdido na noite
em busca de sol

Bebendo e fumando
para esquecer

Sempre arrependido
sem entender

Perdidos nas curvas
do abismo sem luz.
 

sábado, 20 de abril de 2013

Extracorpóreo

Um corpo que busca sustentar
transfigura para esquecer
tenta contentar e permanecer

Nunca teve salário
compenssatório quanto
teu falo a endurecer

Sua vida dígna a desintegrar
Contesta a violência
Que insiste em usurpar

Vilanias nos ministérios
Eles não representam a ninguem
Se um dia houver mais igualdade

As divisões diluirá sem o medo
De relacionar com as fronteiras do ser



 

Noites Desertas

Angustiantes congratulações
Lancei o meu primeiro mundo
Sem tempo para compartilhar
Sentimentos nobres felicito a todos

Vejo lampejos da morte no dia
A noite admito os percalços
Nas emoções está as respostas
A vida escura  não se vê passado

Escavo as Memórias da casa dos Mortos
Uma converça franca com imágens reais
O bom livro tráz convicções e coragem
Presentes no mundo frágil de pessoas covardes

Conspiro enquanto a respiração permite
Está nas minúncias da africanidade
A lua escura atrás da nuvem turva
O importante é sentir amado

Vencer é cada dia vivido
Ditadura e escravidão
Não são coisas do passado
Fidelidade e traição perceguem o que é desejado.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Marcas Perenes

Sacrifiquei no lixo materialista
Minha literatura
Belas porcarias
Porcarias belas.

Contruí universos
Com  restos de tudo
Duro da dor é enflamar a lágrima
A escorrer o pús em vez de água salgada

O rio  interior  perece no despreso
Na surpefície flutua uma espuma sínica
A toxidade invade a face do asfalto

Minha criança íntima
não se orgulha do que
me tornei.

A  miséria é a esploração do povo
vitimas do ego  e arrogácia
Converteu minhas esperânças em versos.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Sinal do Óssio

Alma senssível considerada na terra
Demasiada loucura no mais divino juiso
Dickinson favorese salve os rascunhos

Nessa cidade que falece com medo de tudo
Segundo Apologia de Sócrates
Livre-se das correntes e leis deprimentes

Cultive a rica natureza das montanhas serenas
Espere um bom destino na beleza etérea

Encapsulado em redomas de vidro
Distantes da experência humana
Abortando o amor na realidade se iludindo
 

Eflúvio

Curiosas pequenas criaturas
Que abaixo do céu perambulam
De salto em salto bixinhos selvagens
Suas asas abertas libertas sem rumo

Um forasteiro de trágicos assombros
Conversa com versos sem culpa ou desculpas
Inerte nos espasmos que prolonga
As vibrantes ondas

Na estranha calmaria diante dos segredos,
Vivendo suas paixões em meio ao caos
Na sinfonia dos motores
Que sufoca o canto dos pássaros

Como as águias nas alturas observa
A turbulência do mundo
Em plano voou de silêncio e paz

Longe das tensões e cheiro de alcool 
Do solitário de coração falante
Que atreve a sorrir para as flores

Em meio a galhos secos de bravos
Colhidos para um velácro
De uma idéia delirante de arte

segunda-feira, 4 de março de 2013

Idôneo Sacerdote

Nas eminências fugarizantes
O velho ficou avançado
Novas dependências
Como um idolátrico iemenita

Despensou sua pequena igara
Feita por suas mãos com casca de árvore
Deichando de navegar pelas águas locais
Só pensa em postar contos e versos
Se sente apto e correto
Em seus conhecimentos publicar

Realizar sertas obras
Na sua última tragetória
Missionária no mundo
Que duvida da sua capacidade
Nele não há preocupação em se explicar

Já não tributa demasiado respeito
Com seu expressivo afeto
A certas criaturas desumanas
Que não deixam de ser obsoletas

E segue o teorisandor provocando
Formando opiniões
Construindo sobre os igapós
Da sociedade um idílio suave
Com o amor de fogo a Pessoa.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Poema Crônico

Respiro ar comprimido
Janelas todas cerradas
O bafo embaça o vidro
Corpos espremidos
No aperto da lata

Olhares se enfrentam omiços
O sofrimento inobrece o umilhado
desculpe o pisão no pé
enlouqueça no abuso do espaço

Viajens curtas são interminaveis
Em tempos modernos impera vaidade
No desfilar de carros próprios.

Violetas Abandonadas

Um supremo instante
Caminha no silêncio
Breve é a visita
 à terra despida
Sorrindo a cantos largos
e dentes em falta
que trouxe a idade
com acentuada curvatura da coluna
O resmungo de um século de vida
Diz que seus cabelos
não se prestam ao corte
a beleza não é conserva
e bom doar com amor enquanto podes

Tricórneo

A sinceridade do vagalume
é que mata o tempo

Aludindo nosso espirito
com a luz de um assovio
que sopra e vai com o firmamento

A cabeça sonha como astronauta
Invejando o traço
da pequena libertária

Na música respondo o pranto
com vitalidade a novas experiências
numa dança de uma afetiva intuição

Finório

Lenta é a resposta
onde nem me intereça ouvila

Fumo apertado no guardanapo
queimo neurônios esperânçosos

Escrevendo no tremor do esqueleto
cada palavra é um osso
que arranha no couro
dizendo a dor que sofreu num dia seco

Abaixo do sol
que nem tudo revela
na sombra saciado
no sussurro da noite

Filme Cubano

Aos cem anos
quase nada se avista
apenas o arcoires pousado ao seu lado
e os vultos dos tataranetos
no passeio de domingo

Em cadeira de balanço
ela ouvia um tango
na lembrança
um filme cubano

A bagagem pesada cercava a cena, 
com tantas lutas vencidas e perdidas
mas sempre asteada a bandeira vermelha
da caravana do circo

As amizades fantásticas
construidas nas estradas
de um ciclo que é a propria cina
problemas dispisto no molejo do bambolê
 

Lago de Dentro(Sem Destino)

Peixes na superfície
Em busca de ar

Pássaros voam
No reflexo do céu

Nuvens gordas
Boiam no lago

Um pato desfila
Como ciclista
A incomodar
O baile do cardume

Uma brincadeira de cágados
Querendo trepar
Num frenético
Sobe dece

Com um sinal
Vermelho na crista
Uma áves esquivam de outras
Na margem sem fim.


 

Brilhante

 Ao som negro das Origens  Belas artes transitava  Radiantes alvéolos cintilantes  Em curvas Longe líneas esquivava Arte preta vestidos de b...