sábado, 20 de abril de 2013

Extracorpóreo

Um corpo que busca sustentar
transfigura para esquecer
tenta contentar e permanecer

Nunca teve salário
compenssatório quanto
teu falo a endurecer

Sua vida dígna a desintegrar
Contesta a violência
Que insiste em usurpar

Vilanias nos ministérios
Eles não representam a ninguem
Se um dia houver mais igualdade

As divisões diluirá sem o medo
De relacionar com as fronteiras do ser



 

Noites Desertas

Angustiantes congratulações
Lancei o meu primeiro mundo
Sem tempo para compartilhar
Sentimentos nobres felicito a todos

Vejo lampejos da morte no dia
A noite admito os percalços
Nas emoções está as respostas
A vida escura  não se vê passado

Escavo as Memórias da casa dos Mortos
Uma converça franca com imágens reais
O bom livro tráz convicções e coragem
Presentes no mundo frágil de pessoas covardes

Conspiro enquanto a respiração permite
Está nas minúncias da africanidade
A lua escura atrás da nuvem turva
O importante é sentir amado

Vencer é cada dia vivido
Ditadura e escravidão
Não são coisas do passado
Fidelidade e traição perceguem o que é desejado.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Marcas Perenes

Sacrifiquei no lixo materialista
Minha literatura
Belas porcarias
Porcarias belas.

Contruí universos
Com  restos de tudo
Duro da dor é enflamar a lágrima
A escorrer o pús em vez de água salgada

O rio  interior  perece no despreso
Na surpefície flutua uma espuma sínica
A toxidade invade a face do asfalto

Minha criança íntima
não se orgulha do que
me tornei.

A  miséria é a esploração do povo
vitimas do ego  e arrogácia
Converteu minhas esperânças em versos.

Brilhante

 Ao som negro das Origens  Belas artes transitava  Radiantes alvéolos cintilantes  Em curvas Longe líneas esquivava Arte preta vestidos de b...