Na casa vibrante
tudo se move
desligo o som
a geladeira silência.
Nas janelas cirene
ação parasita,
no beijo de klimit
descanssado fito.
O gato no chão brincava
com a calda da mãe,
Brijite e Bardô
animais que o vizinho matou.
Não sou mais o mesmo
o meu perfil transbordou,
o café virou chá,
o suing acabou.
Só com amor se explica,
o filho que jerou ela em mim
eu desolado, escrevia poesia
na pedra do muro,da esquina erezia.
Proximo da escola profecia:
'Um gira céu azul
Flor que assendia',
me diz quem eu era,
na casa vazia.
sábado, 22 de maio de 2010
Ritos da madruga
Mamulengos acendem
uma roda de fogo,
risco corro,risca no chão
olhos atentos gritos de socorro.
A praça da Santa
a pouco vazia
começa a atração
quebrada monotonia.
Todos ali comem macarrão
caudos raros tomam, diversos
e naquele momento tudo esfriou,
a cerveja ferveu os fios da massa grudou.
Enquanto o ritual
Apocalíptico firmou,
Tudo parecia acabar
assim que a labareda baixou.
O Batalhão estava ali perto
a polícia ão de chamar
então a trupe se foi
para as memórias assim começar.
uma roda de fogo,
risco corro,risca no chão
olhos atentos gritos de socorro.
A praça da Santa
a pouco vazia
começa a atração
quebrada monotonia.
Todos ali comem macarrão
caudos raros tomam, diversos
e naquele momento tudo esfriou,
a cerveja ferveu os fios da massa grudou.
Enquanto o ritual
Apocalíptico firmou,
Tudo parecia acabar
assim que a labareda baixou.
O Batalhão estava ali perto
a polícia ão de chamar
então a trupe se foi
para as memórias assim começar.
Andaluzia
Passadas
cadafoussos
calambeios
becos estreitos
murmurios e risadas
cheiro de mato queimado
ficou no passado
torceu o nariz
cicatriz
nos pulssos cortados
vejo um retrato
de mim que não sou
reconheço
a história
acabou.
Poema trágico e paradoxos sobrenaturais.
A palavra seca
quando em demasia
se escreve.
E nos derrama com a
pontiaguda que fura
nossas flâmulas e escorre
em lágrimas aflitas
nessas páginas escuras.
A palavra sega
quando afeta o orgulhoso
comparça fezendo de umildades
os malfeitos.
E quando perverças
me parecem as portas das nuvens
que derrama todos reclames
da terra oriunda.
Inútil observo
a relva encharcada
a mortal enchorrada
carregando como plumas
pedassos de rua.
Palavras remetem
a dúbia emoção
tédio e formosura
delitos do homem em ação.
Só com metáforas
resisto ao delírio
de levar consigo
densa ocasião.
Toda vida
vejo as águas
gerar como lavas,
derreter e levar nossa razão.
quando em demasia
se escreve.
E nos derrama com a
pontiaguda que fura
nossas flâmulas e escorre
em lágrimas aflitas
nessas páginas escuras.
A palavra sega
quando afeta o orgulhoso
comparça fezendo de umildades
os malfeitos.
E quando perverças
me parecem as portas das nuvens
que derrama todos reclames
da terra oriunda.
Inútil observo
a relva encharcada
a mortal enchorrada
carregando como plumas
pedassos de rua.
Palavras remetem
a dúbia emoção
tédio e formosura
delitos do homem em ação.
Só com metáforas
resisto ao delírio
de levar consigo
densa ocasião.
Toda vida
vejo as águas
gerar como lavas,
derreter e levar nossa razão.
Anjo caido(A queda)
Um anjo caiu
nos meus braços
num dia de chuva
e correntes de ventos atribulados.
Senti que
de mal feitor
fui redimido,e o impuro
ficou no passado.
Sua pele era de Forteleza
Seu sorriso alvo
de Rio em queda livre
flexou meu coração seu berimbal.
De toda tristeza absolvido
de toda culpa libertado
Todos que invejaram
o meu segredo, se perderam
naquele voou de dois alados.
nos meus braços
num dia de chuva
e correntes de ventos atribulados.
Senti que
de mal feitor
fui redimido,e o impuro
ficou no passado.
Sua pele era de Forteleza
Seu sorriso alvo
de Rio em queda livre
flexou meu coração seu berimbal.
De toda tristeza absolvido
de toda culpa libertado
Todos que invejaram
o meu segredo, se perderam
naquele voou de dois alados.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Espelho Quebrado
Sou filho de preto
Sou um fauso Russo
O maior fingidor
a loira tingida
que descoloriu sem rigor
para desfarçar a mesmice
um engano ilusório
que flerta do simples
apreciador camaleônico
da poesia incorreta.
Sou um fauso Russo
O maior fingidor
a loira tingida
que descoloriu sem rigor
para desfarçar a mesmice
um engano ilusório
que flerta do simples
apreciador camaleônico
da poesia incorreta.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Mata do Inferno
Noite e dia vejo de baixo
um monte verde
a mata vibrante.
Por via satélite
que pena dela
é um coisinha
insignificante.
Nem o sol escaldante
a chuva uivante
tirou-lhe a paz,
como nos sabados bailes funk.
Sons da madrugada
no inebriante e sombrio,
sovios no fundo,
no intimo o coração apertava.
Pássaros eufóricos
rodeiam a labaredas
que no verão é de serto
na mão de um perverço,
que insiste em fazer
dela um inferno
foqueira no pulso da vida
todo eu desfalece.
um monte verde
a mata vibrante.
Por via satélite
que pena dela
é um coisinha
insignificante.
Nem o sol escaldante
a chuva uivante
tirou-lhe a paz,
como nos sabados bailes funk.
Sons da madrugada
no inebriante e sombrio,
sovios no fundo,
no intimo o coração apertava.
Pássaros eufóricos
rodeiam a labaredas
que no verão é de serto
na mão de um perverço,
que insiste em fazer
dela um inferno
foqueira no pulso da vida
todo eu desfalece.
PIKINIKI
Como plumas
movem no céu
nuvens cintilantes,
vem a terra encontrar
folhas verdinhas
as gotas brilhantes,
formando um jardim
com porções de lírios
de relvas, aromas e selvas
a grama cresce altiva
um tapete ao deleite
de alegres crianças
com seus cãezinhos
e bolas,biscoitos e
sacolas de frutas
e livros de histórias
e bem animadas
a natureza desfrutam
e como as plantinhas
regadas e crecidas
um dia vão desabrochar.
movem no céu
nuvens cintilantes,
vem a terra encontrar
folhas verdinhas
as gotas brilhantes,
formando um jardim
com porções de lírios
de relvas, aromas e selvas
a grama cresce altiva
um tapete ao deleite
de alegres crianças
com seus cãezinhos
e bolas,biscoitos e
sacolas de frutas
e livros de histórias
e bem animadas
a natureza desfrutam
e como as plantinhas
regadas e crecidas
um dia vão desabrochar.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Quinta sta.tereza
Lânquidos todos os santos
fitam-nos com vemência
ambitos lacrimejados
expulção as feras
Pisoteados pelos cavalos
atravessados por lanças
mandados para o inferno
com toda tristeza.
Rir num sinal de melhora
expondo uma fase anterior
já estando em uma nova
nesses métodos nada ortodóxos.
Depois de exorcizar
todas lembranças remotas
as saudades permitir era demais,
para superar a melancolia e ter paz.
fitam-nos com vemência
ambitos lacrimejados
expulção as feras
Pisoteados pelos cavalos
atravessados por lanças
mandados para o inferno
com toda tristeza.
Rir num sinal de melhora
expondo uma fase anterior
já estando em uma nova
nesses métodos nada ortodóxos.
Depois de exorcizar
todas lembranças remotas
as saudades permitir era demais,
para superar a melancolia e ter paz.
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