A palavra seca
quando em demasia
se escreve.
E nos derrama com a
pontiaguda que fura
nossas flâmulas e escorre
em lágrimas aflitas
nessas páginas escuras.
A palavra sega
quando afeta o orgulhoso
comparça fezendo de umildades
os malfeitos.
E quando perverças
me parecem as portas das nuvens
que derrama todos reclames
da terra oriunda.
Inútil observo
a relva encharcada
a mortal enchorrada
carregando como plumas
pedassos de rua.
Palavras remetem
a dúbia emoção
tédio e formosura
delitos do homem em ação.
Só com metáforas
resisto ao delírio
de levar consigo
densa ocasião.
Toda vida
vejo as águas
gerar como lavas,
derreter e levar nossa razão.
quando em demasia
se escreve.
E nos derrama com a
pontiaguda que fura
nossas flâmulas e escorre
em lágrimas aflitas
nessas páginas escuras.
A palavra sega
quando afeta o orgulhoso
comparça fezendo de umildades
os malfeitos.
E quando perverças
me parecem as portas das nuvens
que derrama todos reclames
da terra oriunda.
Inútil observo
a relva encharcada
a mortal enchorrada
carregando como plumas
pedassos de rua.
Palavras remetem
a dúbia emoção
tédio e formosura
delitos do homem em ação.
Só com metáforas
resisto ao delírio
de levar consigo
densa ocasião.
Toda vida
vejo as águas
gerar como lavas,
derreter e levar nossa razão.
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