sábado, 22 de maio de 2010

O Leito

Na casa vibrante
tudo se move
desligo o som
a geladeira silência.

Nas janelas cirene
ação parasita,
no beijo de klimit
descanssado fito.

O gato no chão brincava
com a calda da mãe,
Brijite e Bardô
animais que o vizinho matou.


Não sou mais o mesmo
o meu perfil transbordou,
o café virou chá,
o suing acabou.

Só com amor se explica,
o filho que jerou ela em mim
eu desolado, escrevia poesia
na pedra do muro,da esquina erezia.

Proximo da escola profecia:
'Um gira céu azul
Flor que assendia',
me diz quem eu era,
na casa vazia.

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