Curiosas pequenas criaturas
Que abaixo do céu perambulam
De salto em salto bixinhos selvagens
Suas asas abertas libertas sem rumo
Um forasteiro de trágicos assombros
Conversa com versos sem culpa ou desculpas
Inerte nos espasmos que prolonga
As vibrantes ondas
Na estranha calmaria diante dos segredos,
Vivendo suas paixões em meio ao caos
Na sinfonia dos motores
Que sufoca o canto dos pássaros
Como as águias nas alturas observa
A turbulência do mundo
Em plano voou de silêncio e paz
Longe das tensões e cheiro de alcool
Do solitário de coração falante
Que atreve a sorrir para as flores
Em meio a galhos secos de bravos
Colhidos para um velácro
De uma idéia delirante de arte
Que abaixo do céu perambulam
De salto em salto bixinhos selvagens
Suas asas abertas libertas sem rumo
Um forasteiro de trágicos assombros
Conversa com versos sem culpa ou desculpas
Inerte nos espasmos que prolonga
As vibrantes ondas
Na estranha calmaria diante dos segredos,
Vivendo suas paixões em meio ao caos
Na sinfonia dos motores
Que sufoca o canto dos pássaros
Como as águias nas alturas observa
A turbulência do mundo
Em plano voou de silêncio e paz
Longe das tensões e cheiro de alcool
Do solitário de coração falante
Que atreve a sorrir para as flores
Em meio a galhos secos de bravos
Colhidos para um velácro
De uma idéia delirante de arte
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