Parado num boteco sem esquina
Um morfético escornado dormia
De pé com uma perna engessada
Escorado num cabo de quarda...
Chuva sem vida
Engoliu restos saugados
Desistiu da privada
Um mergulho que mitificava
Como se não bastace o entorno
Gritava um soudado sem rosto
Môçoo! môrto? MÔÔÇÔÔ!!!
Ajuda empurrar o meu carro no morro!
O moço quase morto respondeu:
Para baixo todo tonto ajuda,
Para cima só depois de morto!
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