quarta-feira, 9 de junho de 2010

No Pauco da R:Alegre

O teatro é a vida
Escrevendo nuna velha Olivete
ouvia Sandova tocando seco
num solo de uma corda só.

Uma chuva de algodão
caía como chafaris
na cabeça com regador
as bolinhas de izopôr,
uma santa recitava
poemas de riso e dor.

Relatos de uma relação
forçada na geração
de cada filho
no intervalo de longas brigas.

Após anos e decadas de conflitos
um saldado ciumento e uma quase hip
e um amor de primos nunca esquecido.

Sou irmão de um morto
pouco depois de nascido.
Talves foi uma briga
um chute tirou-lhe a vida.

Não! disse ao leite
deixado por ele,
abaixo de mim
veio mais três.

Uma casa conturbada
todos numa desarmonia
e sempre perturbado
não asseitava
a imposição escravagista.

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