Curvo meus olhos na dor
Os tumulos esperam a todos
Vejo desgovernados os países baixos
Embrulhado está o estomago a alma.
Insultado, relevo os fanáticos
Enfático, perdoei os severos
Insolente, gratifico os rebelados
Perene e doces são seus espiritos.
Amável senti no abraço
Auvoroço,um suspiro em coro.
Uma piramide negra na verve
O arvoredo escravisado pelas pobres cabeças.
Na casa de vidro
um corpo quebrado
só riso fácil
na agulha sem balas.
Na bagagem quase nada,
Limitado destino noturno.
Um plano bem elaborado
Pontifica os desalinhados.
As comunidades orgulhosas,
de uma cultura escarça.
Povoado em sonhos
entrego a outra face.
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