sábado, 25 de dezembro de 2010

Paranoide

Para ouvir desligo o rádio
Michel que me perdoe
más há ruidos infámes
nos cantos escuros da casa.

Perssigo sugadores de sanque
crianças nadam na calçada
penço em fazer um registro
espero a confusão aumentar.

Destrincho a passiência em pedaços
como espelho quebrado
os  importunadores debaixo dormem
vejo envolto no fosso,

dei voz ativa as crianças
criaturas mandantes ilárias
todas elas barulhentas
pençam ser grandes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Brilhante

 Ao som negro das Origens  Belas artes transitava  Radiantes alvéolos cintilantes  Em curvas Longe líneas esquivava Arte preta vestidos de b...