Vivo um delírio surreal
percigo as barras de suas vestes
sua voz é um encanto cínico
perco ao olhar os urubus
como garoto distraido que fui.
Um peixe uma mosca
tem sua obscuridade
o silêcio é tão mordas
como o arquivo de palavras.
Sinto livre quando desloco
deserto do comboio
sem quias cavo meus achados
despenço ferramentas uso proprio punho.
Despindo o ventre em mil pedaços
aprofundo em seu íntimo faminto
fico lameado em seu signo
o branco da vida enfim corrompido.
percigo as barras de suas vestes
sua voz é um encanto cínico
perco ao olhar os urubus
como garoto distraido que fui.
Um peixe uma mosca
tem sua obscuridade
o silêcio é tão mordas
como o arquivo de palavras.
Sinto livre quando desloco
deserto do comboio
sem quias cavo meus achados
despenço ferramentas uso proprio punho.
Despindo o ventre em mil pedaços
aprofundo em seu íntimo faminto
fico lameado em seu signo
o branco da vida enfim corrompido.
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