sábado, 10 de abril de 2010

Caminho do Precipício

Vidas sustentadas
pelas mortes anunciadas
No caniminho defeca o medo
O sol seca a praia precária
Areia de barro e restos de tudo
Árvores desfaucadas inclinam
Ventania no escuro
No olhar o céu se enflama
Nuvens roxas por traz das casas
Enquando cai o seu mundo
A menina da pérolas aos porcos
Lutei com a morte pela vida
Aos que foram descanssem em paz
Dessa vida tosca.

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